Mapa do problema
Dores, causas, oportunidades, limites e objetivos mensuráveis.
Descoberta, requisitos, Lean Inception, Product Backlog Building, arquitetura, aprovação e entrega conectados em um processo visual que reduz risco antes de ampliar investimento.
Cada etapa reduz um tipo diferente de incerteza. Quando um requisito, risco ou decisão arquitetural muda o entendimento do problema, o processo volta para a etapa necessária — sem fingir que discovery termina para sempre.
Descobertas técnicas podem voltar a requisitos; protótipos podem mudar prioridades; homologação pode alimentar o próximo backlog.
A consultoria começa pela construção de uma leitura compartilhada do contexto: qual transformação é desejada, quem é afetado, quais decisões precisam ser tomadas e que evidências definem sucesso. A solução ainda permanece deliberadamente aberta.
Dores, causas, oportunidades, limites e objetivos mensuráveis.
Usuários, operadores, especialistas, decisores e patrocinadores.
Direções de solução que serão validadas nas etapas seguintes.
Entrevistas, workshops, observação do trabalho, documentos e sistemas existentes revelam processos, dados, integrações, restrições, dependências e riscos. É aqui que a demanda verbal se transforma em material verificável.
Necessidades de negócio, jornadas, exceções e pontos de fricção.
Dados, APIs, sistemas legados, infraestrutura, segurança e integrações.
Restrições de prazo, orçamento, governança, dados e capacidade operacional.
Negócio, usuários e tecnologia convergem em uma visão comum do produto. Personas, jornadas, objetivos, funcionalidades e trade-offs são discutidos de forma explícita para reduzir dispersão e construir foco executivo.
Propósito, público, resultados esperados e fronteiras do produto.
Fluxos de maior valor e funcionalidades candidatas.
Valor, risco, esforço, dependências e custo de atraso tornam-se visíveis.
Os resultados da descoberta são consolidados em requisitos funcionais e não funcionais, regras de negócio, critérios de aceite e rastreabilidade. A ambiguidade passa a ser tratada como risco de engenharia.
Comportamentos, fluxos, regras, exceções e integrações esperadas.
Segurança, desempenho, disponibilidade, auditoria, acessibilidade e escala.
Condições objetivas para teste, homologação e definição de pronto.
O Product Backlog Building organiza épicos, features, histórias, dependências e critérios de aceite. O produto deixa de ser um bloco único e passa a ter versões incrementais: MVP 1, MVP 2 e ondas posteriores de evolução.
Épicos, features, histórias, critérios, dependências e prioridades.
MVP 1, MVP 2, MVP 3 e hipóteses de evolução posteriores.
Sequência de aprendizagem, construção e expansão do produto.
A arquitetura traduz o produto priorizado em decisões tecnológicas: fronteiras de sistemas, dados, integrações, infraestrutura, segurança, observabilidade, implantação e estratégia de evolução. O objetivo é tornar custo e risco tecnicamente compreensíveis.
Componentes, fronteiras, integrações, dados e decisões arquiteturais.
Sequenciamento, dependências, riscos, ambientes e estratégia de implantação.
Faixas de esforço e custo vinculadas a hipóteses explicitamente documentadas.
O cliente revisa o recorte do produto, backlog, MVPs, arquitetura, premissas, riscos, critérios de aceite e plano de execução. A aprovação deixa de ser uma concordância genérica e se torna um marco de decisão rastreável.
O que entra, o que não entra e o que permanece como hipótese futura.
Protótipos, arquitetura, critérios e riscos revisados com as partes.
Decisão documentada para iniciar, ajustar ou interromper a construção.
A implementação segue o backlog e os critérios acordados, com incrementos observáveis, QA, homologação e feedback. A entrega inclui implantação, documentação, transferência de conhecimento e um backlog residual pronto para evolução.
Build, testes e demonstrações alinhadas aos critérios de aceite.
Deploy, operação, observabilidade, configuração e decisões registradas.
Transferência de conhecimento, backlog residual e próximos ciclos.
Ao final, o cliente não recebe apenas software. Recebe uma linha de decisão documentada: por que construir, para quem, com quais requisitos, em qual prioridade, sobre qual arquitetura e com quais critérios de aceite.